Jovem que sumiu no Pico Paraná recebeu alta médica e já foi para casa, após ser encontrado e atendido em hospital regional.
Uma foto divulgada ontem mostra o rapaz sorrindo ao lado da equipe médica, com um acesso para medicação no braço, indicando que recebeu cuidados antes da alta.
Os detalhes sobre a subida, o momento em que ele ficou para trás e os relatos de familiares e do Corpo de Bombeiros foram confirmados pelas fontes consultadas, conforme informações divulgadas pelo Corpo de Bombeiros e pela família.
O que aconteceu na trilha
Roberto começou a trilha com a amiga, Thayane Smith, por volta das 13h do dia 31, e passou mal algumas vezes durante o trajeto, segundo o Corpo de Bombeiros. A dupla chegou ao cume por volta das 4h do dia 1º de janeiro.
O Pico Paraná tem 1.877 m de altitude, e é considerado o ponto mais alto da região Sul. No cume, eles encontraram outros grupos e iniciaram a descida com um deles por volta das 6h30, permanecendo juntos até um ponto antes de um acampamento.
Como ele acabou ficando para trás
De acordo com relatos da família, a amiga optou por “seguir mais rápido”, e Roberto acabou ficando para trás. Outra pessoa na trilha teria alertado a amiga que os dois precisavam ficar juntos, já que ele estava passando mal.
Um outro grupo de trilheiros, que caminhava em ritmo mais lento, passou pelo local onde o jovem teria ficado, mas disse que não o viu, conforme o comunicado do Corpo de Bombeiros.
Estado de saúde, identificação e retorno para casa
Na imagem divulgada, o jovem aparece sorrindo ao lado da equipe médica, e era possível visualizar um acesso para medicação no braço, evidenciando o atendimento hospitalar recebido antes da alta.
Segundo as informações disponíveis, Roberto recebeu alta médica e voltou para casa, sem que as fontes indiquem necessidade de internação prolongada. Nas redes sociais, Roberto afirma ser técnico em segurança do trabalho e bombeiro civil.
Contexto e recomendações
O caso destaca a importância de organização, preparo e acompanhamento em trilhas de montanha, especialmente em locais mais altos como o Pico Paraná. O Corpo de Bombeiros registrou ainda que Roberto não tinha experiência em montanhismo, informação relevante para a segurança em atividades desse tipo.
A família e as equipes envolvidas reforçam que, em situações de mal-estar na trilha, é fundamental permanecer em grupo e procurar ajuda imediata, evitando seguir sozinho ou em ritmos diferentes dos companheiros.