Tragédia em Niterói: Idosa de 89 anos morre atropelada por motorista desabilitada; vídeo choca

Idosa de 89 anos morre atropelada em faixa de pedestre por motorista desabilitada em Niterói

Um grave acidente chocou os moradores de Niterói, no Rio de Janeiro. Uma idosa de 89 anos, identificada como Solange, morreu após ser atropelada por um carro enquanto atravessava a rua em uma faixa de pedestres. A motorista, que não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH), fugiu do local após o impacto inicial e só parou ao colidir com uma árvore.

As imagens de segurança capturaram o momento chocante do atropelamento e a subsequente fuga da condutora. O caso levanta sérias questões sobre a segurança no trânsito e a responsabilidade de motoristas desabilitados ao volante, especialmente em vias urbanas e em horários de grande movimento. A polícia já iniciou as investigações para apurar todas as circunstâncias da morte de Solange.

A vítima sofreu um grave traumatismo craniano e, apesar do rápido socorro do Corpo de Bombeiros, não resistiu aos ferimentos. O acidente ocorreu por volta das 11h50, mobilizando equipes de emergência que tentaram, em vão, salvar a vida da idosa. Conforme informação divulgada pela imprensa, o caso está sendo investigado pela 77ª DP (Icaraí) como homicídio culposo na direção de veículo automotor, com agravantes pela falta de habilitação e pelo atropelamento em faixa de pedestre.

Motorista desabilitada não freou após atropelar idosa em faixa de pedestre

O vídeo do acidente revela detalhes perturbadores sobre a conduta da motorista, identificada como Gabriela Castellani. As imagens mostram o momento em que ela realiza uma conversão à direita e atinge Solange, que atravessava na faixa de pedestre. Embora o carro não estivesse em alta velocidade, é possível notar que Gabriela não freou imediatamente após o impacto, o que agrava a situação.

Após atropelar a idosa, a motorista continuou dirigindo por alguns metros. O veículo só parou depois de colidir violentamente contra uma árvore, que ficou destruída. O carro, um VW Nivus, sofreu danos significativos na parte frontal, demonstrando a força da batida contra a árvore. Pedestres que presenciaram a cena correram para prestar socorro à vítima, mas a gravidade dos ferimentos era evidente.

Gabriela Castellani é esposa de secretário municipal e não possuía CNH

A investigação policial confirmou que Gabriela Castellani, a condutora do veículo no momento do atropelamento, não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Esta informação é crucial para a investigação e pode levar a um aumento da pena. Após o acidente, o veículo foi entregue a um homem identificado como Paulo Figueiredo da Silva.

Gabriela Castellani é esposa de Luiz Carlos Gallo (Cidadania), que ocupa o cargo de secretário municipal de Esporte e Lazer de Niterói e é vereador há nove mandatos. A relação da motorista com uma figura pública levanta questionamentos adicionais sobre a responsabilidade e o acesso a veículos por pessoas não habilitadas.

Investigação apura homicídio culposo com agravantes

O caso está sob investigação da 77ª DP (Icaraí) e é tratado como homicídio culposo na direção de veículo automotor. A pena para este crime pode ser aumentada devido a dois fatores importantes: a falta de habilitação da condutora e o fato de o atropelamento ter ocorrido em uma faixa de pedestre, local destinado à segurança dos transeuntes.

As autoridades buscam reunir todas as provas, incluindo imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas, para determinar a responsabilidade penal de Gabriela Castellani. A expectativa é que a investigação seja concluída rapidamente, garantindo justiça para a família de Solange e reforçando a importância do cumprimento das leis de trânsito.

Falta de habilitação e faixa de pedestre são agravantes no caso

A condução de um veículo sem habilitação já é uma infração grave por si só, aumentando exponencialmente os riscos no trânsito. Quando a infração ocorre em uma faixa de pedestre, local que demanda atenção redobrada e respeito às normas, o caso se torna ainda mais grave, como aponta o registro feito por um policial militar que esteve no local.

A combinação da falta de CNH com o desrespeito à faixa de pedestres configura uma negligência que resultou na trágica morte da idosa de 89 anos. A Polícia Civil confirmou que Gabriela era a motorista e que não possuía habilitação, dados que serão determinantes para o desenrolar do processo.

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