Brasil encara o Haiti na Copa do Mundo de 2026: conheça o adversário caribenho que surpreendeu e volta a um Mundial após mais de cinco décadas.
A Copa do Mundo de 2026 promete ser histórica, com 48 seleções e sedes em três países. O Brasil já conhece seus primeiros oponentes na fase de grupos: Marrocos, Haiti e Escócia. A ordem dos jogos e os horários serão definidos pela FIFA em breve.
A segunda partida da seleção brasileira será contra o Haiti, equipe que ocupa a 84ª posição no ranking da FIFA. O time caribenho alcançou o feito de voltar a uma Copa do Mundo, algo que não acontecia desde 1974, superando prognósticos em um grupo com Costa Rica e Honduras.
O técnico francês Sébastien Migné comanda a surpreendente equipe haitiana. A campanha de classificação foi marcada por momentos de superação e por um jogador em especial que se destaca. Conforme informação divulgada, o atacante Duckens Nazon foi fundamental para garantir pontos cruciais.
Duckens Nazon: A estrela do Haiti em busca de recordes
O nome de Duckens Nazon ecoa como a principal esperança do Haiti no Mundial. O atacante, que está a cinco gols de se tornar o maior artilheiro da seleção, foi o responsável por garantir resultados importantes, como um empate de 3 a 3 contra a Costa Rica. Sua performance é um dos pontos de atenção para a defesa brasileira.
Um histórico de solidariedade: O “Duelo da Paz” entre Brasil e Haiti
Embora nunca tenham se enfrentado em Copas do Mundo, Brasil e Haiti possuem um capítulo especial em sua história. Em 2004, em um período de instabilidade política no país caribenho, as duas seleções realizaram o “Duelo da Paz”.
Na ocasião, um Brasil recheado de estrelas, com jogadores como Ronaldinho Gaúcho, proporcionou um momento de alegria aos haitianos com uma goleada de 6 a 0. Este evento, marcado pela solidariedade, demonstra a conexão histórica entre as duas nações, que agora se reencontram em um palco esportivo mundial.
O desafio para a Seleção Brasileira
Enfrentar o Haiti na Copa do Mundo de 2026 representa um desafio diferente para o Brasil. Apesar da diferença no ranking da FIFA, a surpresa e a motivação da equipe caribenha, impulsionada por sua torcida e pelo momento do seu principal jogador, não podem ser subestimadas.
A comissão técnica brasileira certamente analisará o desempenho e as táticas do Haiti, buscando impor seu ritmo de jogo e garantir um bom resultado para avançar na competição. A expectativa é de um confronto onde o Brasil buscará controlar as ações, mas sem ignorar a capacidade de reação do adversário.
