Chocante: Polícia invade falso centro de saúde e encontra 201 homens nus; promotor e médico entre os presos em flagrante

Operação policial desmantela prostíbulo de luxo disfarçado de centro de saúde na Malásia

Uma ação policial surpreendente em Kuala Lumpur, na Malásia, resultou na prisão de 201 homens em situação íntima, além de funcionários de um local que se apresentava como um ‘centro de saúde’. A investigação policial revelou que o estabelecimento, localizado em Chow Kit, funcionava na verdade como um prostíbulo exclusivo para homens.

A operação, que ocorreu na última sexta-feira (28 de novembro), pegou os frequentadores desprevenidos. Conforme relatado pelas autoridades, os homens encontrados nus no local tiveram suas partes íntimas cobertas por toalhas antes de serem detidos. Muitos dos presos agora enfrentam acusações formais de ‘atos sexuais não naturais’.

Entre os detidos, a presença de figuras públicas gerou ainda mais repercussão. Um promotor, um professor, um cirurgião e um médico de 53 anos foram identificados e presos. As justificativas apresentadas por alguns deles à polícia têm sido alvo de grande atenção.

Médico alega busca por relaxamento e fuga do trânsito

Um médico de 53 anos, casado e com filhos, que estava entre os presos, ofereceu uma explicação peculiar para sua presença no local. Ele afirmou aos policiais que frequentava o ‘centro de saúde’ com o intuito de ‘se curar e evitar o engarrafamento após o trabalho’.

Em declarações ao Straits Times, o médico detalhou sua versão, dizendo que ia ao estabelecimento para ‘evitar o trânsito depois do trabalho’ e ‘relaxar um pouco na sauna e na jacuzzi’. Embora não tenha entrado em detalhes sobre suas atividades específicas, ele confirmou a natureza do local, admitindo que ‘essas atividades acontecem aqui’.

Apreensão de materiais e número total de detidos

Durante a batida policial no que se revelou ser um centro de prostituição, as autoridades apreenderam uma quantidade significativa de **lubrificantes e produtos eróticos**. A operação resultou na detenção de 201 frequentadores e de sete funcionários, totalizando **208 pessoas presas**.

A descoberta chocou a comunidade local e levanta questões sobre a fachada utilizada para operar atividades ilegais. A polícia continua as investigações para apurar a extensão da rede e identificar possíveis cúmplices ou outros estabelecimentos similares.

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