A análise contundente de Crespo sobre a crise nos clubes paulistas: “Nada é azar”
A declaração do técnico argentino Hernán Crespo sobre a situação do São Paulo ecoou fortemente, mas suas palavras transcendem o Tricolor Paulista. Ao culpar a má sorte por desfalques, Crespo, com sua habitual elegância, na verdade criticou o **tenebroso departamento médico e de preparação física** do clube.
No entanto, a frase “nada é azar” serve como um espelho para entender o **momento delicado de Corinthians e Santos**, além do próprio São Paulo. Esses clubes, outrora gigantes, hoje figuram como meros coadjuvantes no cenário nacional, e a culpa não pode ser atribuída ao acaso.
O Palmeiras, por outro lado, consolida sua soberania, humilhando os rivais em títulos, organização e gestão. A realidade dos outros três grandes paulistas é um **escândalo de má administração e resultados decepcionantes**, conforme aponta a análise.
Corinthians: décadas de “roubalheira e incompetência”
O Corinthians, que com sua imensa torcida deveria ostentar um poderio similar ao do Flamengo, vive um **”caso escandaloso de roubalheira e incompetência”** acumulado por décadas de administrações questionáveis. A falta de gestão e os escândalos financeiros minaram o potencial do clube.
São Paulo: Parado no tempo e com política arcaica
O São Paulo, clube que já foi um dos mais admirados do país, parece ter **”parado no tempo”**. Seu **sistema político arcaico** impede a modernização necessária para competir em alto nível, resultando em problemas estruturais e esportivos.
Santos: fantasma do rebaixamento e dívidas crescentes
O Santos, mais uma vez, é **”acossado pelo fantasma do rebaixamento”**. O clube se afunda em dívidas e se torna refém dos caprichos de figuras externas, perdendo sua autonomia e capacidade de planejamento a longo prazo.
O futuro é sombrio: “antes de melhorar, a coisa vai piorar”
A perspectiva para os torcedores corintianos, são-paulinos e santistas é desanimadora. A sensação é que o **”fundo do poço ainda não chegou”**. A previsão é de que a situação tende a piorar antes de qualquer melhora, mesmo que um milagre ocorra e as mudanças necessárias sejam implementadas de forma correta.
Como ensinou Crespo, em sua análise direta e precisa, **”nada é azar”**. A decadência desses clubes é fruto de escolhas e falhas que se arrastam por anos, e a recuperação exigirá um esforço hercúleo e mudanças radicais.
