Ataques em larga escala contra o Estado Islâmico na Síria mobilizaram F-15Es, A-10s, AC-130Js, MQ-9s e F-16 jordanianos, foram usados mais de 90 tiros de precisão e atingidos ao menos 35 locais
A ação militar dos EUA e de forças aliadas atingiu pelo menos 35 locais controlados pelo grupo jihadista, em uma operação descrita como “em larga escala” pelo comando militar central norte-americano, Centcom.
O ataque foi informado como uma nova retaliação, após uma ofensiva em dezembro que matou três norte-americanos na Síria, e incluiu o disparo de mais de 90 munições de precisão, segundo as autoridades.
As aeronaves envolvidas foram variadas, com mais de 20 aviões participando, incluindo F-15Es, A-10s, AC-130Js, MQ-9s e F-16s jordanianos, conforme informação divulgada pelo Comando Militar Central dos EUA, Centcom, e pela CBS News.
Detalhes da operação
De acordo com o relatório, a ofensiva atingiu ao menos 35 alvos, e foram disparadas mais de 90 munições de precisão. Fontes militares disseram à CBS News que mais de 20 aeronaves participaram das ações, indicando uma operação coordenada entre forças americanas e aliadas.
Motivação e contexto
O ataque foi apresentado como resposta direto à ofensiva de dezembro que resultou na morte de três militares americanos na Síria. As autoridades afirmam que a ação visa degradar a capacidade do grupo e impedir novos ataques contra forças dos EUA e parceiros.
Declarações oficiais
O secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, publicou no X a mensagem, “Jamais esqueceremos e jamais cederemos”. Na mesma postagem, ele escreveu, “Nossa mensagem permanece firme: se você ferir nossos combatentes, nós o encontraremos e o mataremos em qualquer lugar do mundo, não importa o quanto você tente fugir da justiça”.
Impacto esperado
Analistas apontam que a combinação de precisão de munições e variedade de aeronaves usadas tende a ser destinada a atingir infraestrutura, campos e centros de comando, reduzindo a capacidade operacional do grupo a curto prazo. Ainda assim, autoridades permanecem vigilantes para possíveis retaliações e para a necessidade de operações contínuas contra células remanescentes.
