Um homem de 45 anos foi detido acusado de ter pisoteado colega de trabalho de 60 anos até a morte em um sítio na zona rural de São Gabriel da Cachoeira, no interior do Amazonas.
O crime ocorreu em 19 de novembro de 2025, segundo investigações, e teve sequência de tentativas de ocultação do corpo e de borragem de provas no local.
As informações oficiais apontam que o autor tentou limpar o local e desligou a energia elétrica para impedir gravações, e que ele foi preso preventivamente após perícia e investigação, conforme informação divulgada pela Polícia Civil do Amazonas.
Como aconteceu o crime
De acordo com as apurações, os dois homens discutiram enquanto consumiam bebidas alcoólicas no sítio. Durante a briga, o suspeito teria pisoteado o colega de trabalho repetidas vezes, até que a vítima, de 60 anos, perdeu a vida.
Em seguida, o autor levou o corpo para uma área de mata próxima, limpou parte do local e desligou a energia elétrica do sítio, na tentativa de eliminar registros das câmeras de vigilância.
Perícia e evidências
Exames periciais apontaram lesões graves na cabeça e no rosto da vítima. Parte das imagens captadas pelas câmeras, antes do corte de energia, confirmou o envolvimento do suspeito.
As provas técnicas e a perícia foram determinantes para que a versão inicial dada pelo acusado, de que a vítima teria entrado na mata e passado mal, fosse descartada pela investigação.
Prisão e enquadramento legal
A Polícia Civil solicitou prisão preventiva com base nas evidências, pedido que foi concedido pela Justiça. O suspeito foi preso nesta segunda-feira (5) e permanece à disposição das autoridades.
Ele responde pelos crimes de homicídio qualificado e ocultação de cadáver, conforme aponta a investigação da Polícia Civil do Amazonas.
Impacto local e desdobramentos
O caso chamou atenção pela violência do ataque e pela tentativa de destruir provas. A prisão reforça a atuação das autoridades locais em casos de crimes graves na zona rural, e a investigação segue para apurar detalhes sobre motivação e eventual participação de terceiros.
Autoridades informaram que novas diligências podem ser realizadas para complementar o inquérito e encaminhar o caso ao Ministério Público.