Ana Maria Braga encontra no marido, Fábio Arruda, a chave para o relaxamento e a felicidade em meio à correria do “Mais Você”.
A rotina de Ana Maria Braga é marcada por madrugadas e a necessidade de estar sempre antenada às novidades para comandar o programa “Mais Você”. Para muitos, essa exigência profissional poderia ser sinônimo de estresse constante, mas a apresentadora encontrou um refúgio especial em sua vida pessoal.
Em uma conversa com o Gshow, Ana Maria detalhou como consegue equilibrar as demandas do trabalho com momentos de tranquilidade. A chave, segundo ela, está na companhia do seu marido, o jornalista Fábio Arruda, com quem se casou em abril deste ano em uma cerimônia íntima em São Paulo.
A apresentadora ressaltou a importância de ter uma rede de apoio para se manter informada, citando o quadro “Feed da Ana” como um exemplo de como sua equipe a auxilia a selecionar informações relevantes. “Ninguém faz nada sozinho”, afirmou Ana Maria, enfatizando sua dedicação em estar sempre atualizada com as notícias.
“Me faz feliz namorar, porque é bom ter uma companhia.”, declarou Ana Maria Braga, destacando a alegria que encontra em seu relacionamento. Ela descreveu o marido como alguém que a faz sorrir e rir da vida, inclusive dos desafios.
A comunicadora, que tem filhos adultos e cinco netos, compartilhou sua visão sobre como lidar com as preocupações do dia a dia. “Depois que você faz 35 anos, você acaba percebendo que 99% das coisas que aparentemente seriam um problema, você esquece deles em 24 horas”, pontuou.
Ana Maria acredita que essa perspectiva mais leve contribui para o seu bem-estar. “Acho que fui ficando mais suave comigo mesma”, confessou, indicando uma evolução em sua forma de encarar a vida e suas adversidades. A felicidade no namoro com Fábio Arruda é um pilar fundamental para essa serenidade.
A apresentadora também abordou a relação dos filhos com a internet, defendendo um equilíbrio no acesso. “Acho que tem que ter [contato com a internet] porque também a gente não pode ficar alienado das coisas que acontecem na área da tecnologia do mundo”, opinou.
Para Ana Maria Braga, a chave é encontrar um ponto médio, nem tão restritivo, nem tão liberal. “Então nem muito lá, nem muito cá”, concluiu, demonstrando sua sabedoria em adaptar os princípios à realidade atual.