Uma ofensiva militar dos Estados Unidos atingiu diversos pontos de Caracas na madrugada de sábado, com bombardeios e incursões direcionadas. Autoridades e relatos mencionam combates intensos em áreas residenciais e fortificadas.
Forças americanas conseguiram capturar o presidente Nicolás Maduro e sua esposa, e os transferiram para Nova York em um navio de guerra dos EUA, segundo apuração da imprensa americana. A ação provocou mortes e apreensão entre a população.
O ataque, chamado Operação Absolute Resolve, envolveu tropas de elite e apoio de inteligência, em uma operação planejada há meses, deixou 40 mortos, conforme informação divulgada pelo The New York Times.
Detalhes da operação
Segundo relatos, a ofensiva começou nas primeiras horas do sábado com bombardeios e incursões que duraram várias horas. As forças americanas teriam conseguido entrar em residências fortificadas e executar prisões de alta prioridade.
A apuração indica que as equipes retiraram Maduro e sua esposa do país, levando-os diretamente para os Estados Unidos a bordo de um navio de guerra. O número de mortos informado inclui combatentes e civis, de acordo com as fontes citadas.
Planejamento e inteligência
Fontes disseram que o planejamento detalhado envolveu a construção de uma réplica do esconderijo de Maduro para treinos de entrada, e que a CIA manteve agentes em solo venezuelano desde agosto para mapear rotinas.
Houve também informações sobre um informante próximo a Maduro que indicou sua localização exata no momento da ação. O texto relata ainda que “O presidente Trump aprovou a missão quatro dias antes da execução” e que equipes sugeriram aguardar condições climáticas melhores.
Recompensa e presença militar
A pressão sobre Maduro vinha crescendo, depois que o governo Trump “elevou para US$ 50 milhões a recompensa por informações que levassem à sua prisão”. A presença militar dos EUA no Mar do Caribe havia sido ampliada nos meses anteriores.
A ofensiva contou com tropas de elite, incluindo a Delta Force, além de apoio de inteligência da CIA, segundo as reportagens. Autoridades americanas indicaram que a operação foi planejada em detalhes e executada com recursos navais e aéreos.
Repercussão internacional
A ação dos Estados Unidos já provocou reações de governos e organismos internacionais, que questionam a legalidade da ofensiva e seus efeitos sobre a soberania da Venezuela e a estabilidade regional.
Até o momento não houve divulgação de um balanço oficial por parte das autoridades americanas, e o governo venezuelano também não se pronunciou sobre os números apresentados pela imprensa, deixando dúvidas sobre o alcance e as consequências da operação.