Primeiro Boeing 787-9 entregue à Alaska Airlines, N784HA em pintura Aurora chega a Seattle, inicia voos internacionais para Narita e integra pedido de 12 787-9
A Alaska Airlines recebeu na última terça-feira, no Texas, o seu primeiro Boeing 787-9 com matrícula N784HA, aplicado à nova pintura chamada Aurora.
A aeronave seguiu durante a noite para a base do fabricante, em Seattle (BFI), e será oficialmente apresentada em cerimônia nesta quarta-feira.
O primeiro voo comercial está previsto para quinta-feira, na rota entre Seattle e Narita, em Tóquio, conforme informação divulgada pelo Indústria.
Origem e integração pós-aquisição
O N784HA foi originalmente encomendado pela Hawaiian Airlines e seria o quinto Boeing 787 da empresa. Com a aquisição da Hawaiian pela Alaska Airlines, concluída ao longo do último ano, a Alaska assumiu tanto os pedidos de 787 ainda não entregues quanto a frota de 787-9 já em operação pela companhia havaiana.
Configuração técnica e interior
O Boeing 787-9 entregue à Alaska Airlines é equipado com motores General Electric GEnx e está configurado para trezentos assentos. O interior é idêntico ao atualmente utilizado nos 787 da Hawaiian Airlines, com 34 assentos na classe executiva e 266 na classe econômica.
Estreia operacional e plano de rotas
O primeiro voo comercial do N784HA está previsto para esta quinta-feira, na rota ligando Seattle ao aeroporto de Narita (NRT), em Tóquio. Além de Narita, a Alaska já comercializa passagens para Seul, também a partir de Seattle.
A companhia planeja ampliar sua malha internacional de longo curso com os Boeing 787 em pintura própria, incluindo futuras rotas para Londres e Roma, enquanto opera e integra as aeronaves herdadas da Hawaiian.
Frota encomendada e posicionamento competitivo
O N784HA é o primeiro dos doze Boeing 787-9 novos encomendados pela Alaska Airlines. A frota será complementada por quatro unidades atualmente operados pela Hawaiian Airlines e por cinco Boeing 787-10, totalizando 21 aeronaves.
Com esse plano de entregas e integração, a Alaska se torna a segunda companhia dos Estados Unidos a encomendar o 787-10, fortalecendo sua presença em rotas transoceânicas a partir de Seattle.