Captura de Maduro com mais de 150 aeronaves e nenhuma baixa americana, general John Daniel “Razin” Caine detalha operação dos EUA na Venezuela

General John Daniel “Razin” Caine detalha captura de Maduro, operação realizada nas horas mais escuras com mais de 150 aeronaves, sem nenhuma perda de vida americana

A operação que levou à captura de Nicolás Maduro foi planejada por meses e executada de forma discreta e precisa, segundo o chefe do Estado-Maior Conjunto dos Estados Unidos.

O general John Daniel “Razin” Caine afirmou que a ação foi conduzida durante as horas mais escuras da noite, com integração entre várias forças e com o objetivo de manter a surpresa tática.

De acordo com o militar, a escolha do dia e a coordenação das bases buscaram minimizar danos a civis, enquanto permitiam a execução de uma extração complexa no entorno de Caracas, conforme informação divulgada pelo general John Daniel “Razin” Caine durante coletiva de imprensa.

Planejamento e mobilização das tropas

Segundo o general, o planejamento começou meses antes, com observação e preparação contínua. “Nós observamos, esperamos, nos preparamos e nos mantivemos pacientes e profissionais”, disse Caine, destacando a paciência e o treino da tropa.

Para a movimentação, as aeronaves partiram de 20 bases em terra e em mar, formando camadas sincronizadas com um único objetivo, interditar as forças ao redor de Caracas e manter a surpresa, segundo relatos do comandante.

Força aérea e apoio conjunto

A ação envolveu, nas palavras do general, “Mais de 150 aeronaves, bombardeiros, aeronaves de reconhecimento e helicópteros. Milhares de horas de experiência usadas. O membro mais jovem de nossa tropa tinha 20 anos e o mais velho 49”.

Os helicópteros penetraram o espaço aéreo venezuelano durante a noite, enquanto eram protegidos por aeronaves de altitudes maiores, incluindo elementos dos fuzileiros, marinha, força aérea e guarda nacional, de acordo com a descrição do comando.

Captura, confronto e balanço final

Nicolás Maduro foi capturado às 1:01 da manhã, horário americano, informou o general. “Conduzida durante as horas mais escuras desta noite. Foi o ápice de planejamento e ensaio. Uma operação que só as topas americanas poderiam concretizar”, declarou Caine, descrevendo a execução como precisa e audaciosa.

Houve troca de fogo, e “um dos helicópteros foi atingido, mas continuou operante. Sem nenhuma perda de vida americana”, afirmou o oficial, ressaltando que não houve baixas entre as tropas americanas envolvidas.

O comando destaca que a operação buscou minimizar danos a civis e maximizar elementos de surpresa, com esforço conjunto e preparação técnica, e que a captura de Maduro foi o desfecho de meses de planejamento e ensaio.

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