Gestante agredida por marido escondido atrás de guarda-roupa em Rio Bom, PR, sofre fratura na mão e suspeito com tornozeleira eletrônica foge após emboscada

Uma jovem de 21 anos, que está gestante, foi vítima de violência doméstica na tarde desta sexta-feira, no centro de Rio Bom, no norte do Paraná.

Segundo o relato, o companheiro, de 19 anos, armou uma emboscada dentro da própria casa, e a mulher sofreu vários golpes, tendo a mão lesionada ao tentar proteger o corpo e o bebê.

Conforme informação divulgada pela Polícia Militar (PM), os detalhes constam no boletim de ocorrência.

Como aconteceu a agressão

A vítima foi até a residência onde morava com o parceiro, acompanhada da sogra, com a intenção de retirar alguns objetos pessoais. Enquanto as duas estavam no imóvel, o homem estava escondido atrás de um guarda-roupa e saiu repentinamente para atacar.

O agressor desferiu vários socos na mulher, e a situação se agravou quando ele pegou um cabo de vassoura para continuar o ataque. A ação foi rápida, e o suspeito fugiu do local logo após as agressões.

Lesões e atendimento médico

Na tentativa de proteger o corpo e o bebê, a gestante colocou a mão na frente dos golpes, o que resultou em uma lesão grave na mão direita. Ela procurou socorro no Pronto Atendimento Municipal de Rio Bom.

Exames médicos constataram uma fratura no dedo anelar, e a vítima recebeu atendimento e orientações sobre os próximos passos para proteção e acompanhamento médico.

Busca, tornozeleira eletrônica e investigação

Após a denúncia, a Polícia Militar realizou patrulhamento pela região, mas não conseguiu localizar o autor. Conforme o registro policial, o suspeito utiliza tornozeleira eletrônica, porém a equipe não teve acesso imediato aos dados de localização do dispositivo para rastreá-lo.

O caso foi encaminhado para a Polícia Civil de Marilândia do Sul, que ficará responsável pela investigação dos fatos e pela adoção das medidas legais cabíveis.

Orientações e medidas de proteção

A vítima foi orientada sobre os procedimentos para solicitar medida protetiva de urgência e recebeu informações sobre como registrar formalmente a ocorrência. Em casos de violência doméstica, é recomendado buscar pronto atendimento, manter registro dos fatos e procurar as delegacias especializadas ou os canais de proteção locais.

O episódio reforça a necessidade de ações rápidas das autoridades para localizar suspeitos, e de apoio às mulheres vítimas de violência, especialmente quando estão gestantes.

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