Procon-SP aponta variação no preço do material escolar, aumento médio de 0,14% entre 2024 e 2025, veja itens que mais subiram e caíram

Procon-SP aponta aumento médio de 0,14% no preço do material escolar entre 2024 e 2025, com variações relevantes entre produtos e pontos de venda

O preço do material escolar registrou leve alta entre 2024 e 2025, segundo pesquisa do órgão de defesa do consumidor em São Paulo. A variação média apurada foi de 0,14%, mostrando que a alta existe, mas não é uniforme entre os itens.

Alguns produtos tiveram aumento significativo, enquanto outros registraram queda, o que amplia a importância da comparação de preços antes da compra. A diferença entre estabelecimentos pode representar economia relevante para famílias, dependendo do item escolhido.

Nas próximas seções, você verá quais itens subiram e caíram, o alerta sobre a oscilação entre pontos de venda, e orientações para encontrar melhores preços no material escolar, conforme informação divulgada pelo Procon-SP.

Quais itens subiram e quais caíram

O Procon-SP listou os produtos que mais subiram, entre eles cadernos, a tesoura sem ponta, a régua plástica, o lápis de cor, a lapiseira e a borracha. Em contrapartida, apontador, giz de cera, lápis preto, cola branca e papel sulfite tiveram redução de preço.

Essas variações mostram que, na hora de montar a lista do material escolar, escolher onde comprar pode reduzir consideravelmente o custo total, já que nem todos os itens acompanham a mesma tendência de preço.

Oscilação de preços entre pontos de venda

A assessora técnica do Procon-SP, Nilciane Zalpa, chamou atenção para a grande diferença de preços de um mesmo produto entre lojas. Ela afirmou, “Nós identificamos que a oscilação de preços entre um mesmo produto é significativa. Então, eu vou dar como exemplo a caneta esferográfica que em um local estava sendo vendida por R$4,90 e em outro por R$1,30. Então, é uma diferença de mais de 270%”, destacando a importância da pesquisa antes da compra.

Esse exemplo ilustra que, além de acompanhar a média de preços do material escolar, o consumidor deve pesquisar em diferentes estabelecimentos e comparar ofertas para aproveitar as maiores economias.

Como o consumidor pode economizar

Para reduzir gastos com material escolar, a recomendação é pesquisar preços, avaliar a qualidade dos produtos e checar marcas alternativas que oferecem desempenho similar por preço menor. Comprar em atacarejos, promoções sazonais e verificar descontos por quantidade também pode ajudar.

Outra estratégia prática é listar os itens essenciais e priorizar a compra daqueles com maior variação de preço, como cadernos e canetas, procurando o melhor custo-benefício por item.

O que fica de alerta

Mesmo com aumento médio pequeno, a oscilação entre lojas pode impactar o orçamento familiar. A recomendação é comparar preços, observar a relação preço e qualidade e ficar atento às ofertas do período, para reduzir o impacto do reajuste no total gasto com material escolar.

Essas informações e dados foram divulgados pelo Procon-SP, por meio da pesquisa citada acima.

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